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Tulio Velloso, nascido e criado em BH desde 23/11/81, ATLETICANO doente que adora ir ao Mineirão pra vibrar com a 'massa' ao som do hino do Galo e gritar: "Empurra as bichas".






 
















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DUELO DE TITÃS



Um duelo de titãs! Assim pode ser encarado o jogo entre Atlético x Flamengo (segundo e quarto colocados, respectivamente), que já foi considerado o clássico de maior rivalidade do futebol brasileiro nos anos 80. A partida acontece hoje a tarde, às 16hs, no Mineirão lotado, e quem vencer continuará vivo na briga pelo título brasileiro de 2009 e praticamente garantirá uma vaga na Libertadores do próximo ano. Por isso os dois times encaram o jogo, válido pela 34ª rodada do Brasileirão, como uma verdadeira final.
Um atrativo extra promete apimentar ainda mais este clássico: o duelo particular entre os goleadores Diego Tardelli e Adriano. Os dois são, respectivamente, o artilheiro e o vice da competição (com 18 e 17 gols) e vivem uma excelente fase na carreira. Há também uma outra briga particular entre ambos para garantir uma vaga na Copa do Mundo 2010 defendendo a Seleção Brasileira. Os dois têm sido presenças constante na lista do técnico Dunga.
Para o Galo, que vem com moral elevado após a vitória de 3x2 domingo passado sobre o Goiás no Serra Dourada, um resultado positivo pode valer a volta à liderança do campeonato, que o time perdeu na 15ª rodada para o Palmeiras e não recuperou mais. No entanto, o alvinegro depende de derrota ou empate do time paulista, que joga no Maracanã contra o desesperado Fluminense.
Na partida de hoje, o técnico Celso Roth vai contar com força máxima.
Thiago Feltri, poupado nos treinamentos da semana, e Éder Luís, que levou uma pancada e saiu machucado no jogo contra o Goiás, estão garantidos. Renan permanece no meio-campo ao lado de Jonílson, na tentativa do treinador alvinegro de conter as arrancadas de Pet e Zé Roberto e também liberar Correa e Ricardinho para municiar o ataque atleticano. Desta maneira, Roth espera que o time tenha mais pegada na marcação e ao mesmo tempo mais qualidade na distribuição das jogadas ofensivas.
Por esses motivos, Atlético e Flamengo têm tudo fazer mais um duelo inesquecível hoje no Mineirão.
E que vença o melhor... que vença o Galo!


A HORA É AGORA. É VENCER E DAR A ARRANCADA FINAL RUMO AO TÍTULO.
FORÇA GALO!

 
 
 
FICHA TÉCNICA


 
GALO
 Carini; Carlos Alberto, Benítez, Werley e Thiago Feltri; Renan, Jonílson, Correa e Ricardinho; Éder Luís e Diego Tardelli.
 Técnico: Celso Roth

Flamengo
 
Bruno; Leonardo Moura, Álvaro, Ronaldo Angelim e Juan; Aírton, Maldonado, Willians e Petkovic; Zé Roberto e Adriano.
 Técnico: Andrade


 
Motivo: 34ª rodada do Campeonato Brasileiro
 Data: 08/11/2009
 Local e horário:
Mineirão, às 16h
 Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (RS)
Auxiliares: Roberto Braatz (RJ) e Autemir Haussman (RS)
 Transmissão: PFC



Postado por: Tulio Velloso às 08h36
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PAPEL DE PAREDE CORREA

O Paixão em Preto e Branco disponibiliza para você, torcedor atleticano, mais um papel de parede. A bola da vez é Correa, volante que chegou no meio da temporada e já caiu nas graças da MASSA.



Para fazer download da montagem é simples. Basta clicar na imagem acima (você será redirecionado para o site 4shared em uma nova janela), depois clicar em "Baixar agora" ou "Download Now" (abaixo da imagem que vai aparecer na nova janela) e escolher em pasta você deseja salvar o arquivo no seu computador. Clique em "ok" e pronto.
Para usar a imagem como papel de parede, clique com o botão direito do mouse em cima dela e escolha "Definir como plano de fundo da área de trabalho".

Saudações alvinegras a todos!
E
que esse wallpaper traga sorte ao Correa igual trouxe para o do Diego Tardelli na véspera do jogo contra o São Paulo. O artilheiro acabou sendo decisivo no Morumbi e marcando o gol da vitória alvinegra contra os paulistas.

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Postado por: Tulio Velloso às 12h19
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"O TORCEDOR PODE E DEVE SONHAR"

Ele caiu como uma luva no meio-campo do Atlético. Vestiu a camisa, conquistou a torcida com suas roubadas de bola, seus lançamentos e gols e hoje é o dono da posição. Depois de amargar temperaturas abaixo de zero, nos três anos em que passou na Ucrânia, Carlos Rodrigo Correa, ou simplesmente Correa, vive outro clima, outros ares, e está prestes a escrever o nome na história do clube, caso seja campeão brasileiro. Avisa, porém, que serão cinco decisões, a começar pelo Flamengo, domingo, às 16h, no Mineirão. “Peço ao fantástico torcedor do Galo muita calma, pois teremos 90 minutos e mais os acréscimos para tentar vencer essa parada, que será duríssima. A euforia a gente deixa para o torcedor.” Nascido em Limeira e com 28 anos, ele jogou em vários times brasileiros e no Dínamo, de Kiev, mas foi no Palmeiras que se destacou, tendo a maior gratidão pelo clube. “Foram 192 jogos pelo time paulista, o que não é comum hoje em dia. Tenho orgulho de ter aparecido para o Brasil lá, mas hoje me sinto muito feliz no Atlético, uma casa organizada, com crédito e com um grupo maravilhoso. O torcedor pode acreditar na gente.” Nesta entrevista, realizada no Mineirão, palco da partida de domingo, Correa fala da carreira, da fase no Galo e do sonho do título.



COMEÇO
Minha carreira começou no Ituano. Depois dei uma rodada boa por alguns times do interior até chegar ao Palmeiras, que me revelou para o Brasil e para o mundo. Eu sempre sonhei em ser jogador de futebol ou piloto de Fórmula 1, pois sou apaixonado pelo esporte. Felizmente, me dei bem no futebol, pois o sonho de criança se realizou. Tive o privilégio de disputar a Liga dos Campeões da Europa, pelo Dínamo, de Kiev, e de me tornar um cidadão do mundo.

FRIO
Recebi uma excelente proposta para jogar na Ucrânia e não hesitei. O frio e a língua não foram empecilho nenhum, já que eu estava determinado a vencer no exterior. Foram três anos de muito trabalho, solidão em um país diferente, mas nada que tenha me desmotivado. Na Ucrânia, vivíamos eu, meu filho, minha mulher e meus sogros. A gente, que joga bola, está sempre com o grupo, enquanto a família fica sozinha, por isso foi importante a presença de meus sogros lá. Confesso, porém, que estava doido para voltar ao Brasil e o Atlético é uma vitrine, principalmente neste momento. O jogador tem de saber que quando sai daqui não vai encontrar o Brasil lá fora. Tem de se preparar para as dificuldades, que são muitas.

ATLÉTICO
Surgiu a chance de voltar ao Brasil e havia alguns clubes interessados, entre eles o Atlético. Conversei com o Leandro Almeida, que foi para o Dínamo, e ele me falou da organização do clube, dos salários em dia e da fantástica torcida. Era tudo o que eu queria. Os jogadores sabem tudo o que ocorre nos clubes e ninguém quer atuar onde não se paga em dia e não há organização. A diretoria do Galo é muito séria e tudo o que é tratado é cumprido, até de forma antecipada. O resultado só poderia ser essa campanha maravilhosa.

GRUPO
É muito forte, unido e sem vaidades. Cada um se doa pelo outro e aí está o segredo. Claro que tivemos uma queda, como todas as equipes, mas em 95% da competição ficamos no G4 e isso é fruto de um grande trabalho. Mas queremos mais. O Galo já provou que pode e não vamos permitir fracassos nesta reta final. Com todo o respeito ao Flamengo, domingo, vamos para a vitória. Não prometo títulos, pois há outras equipes na disputa, mas temos todas as condições de ganhá-lo. Acho que a força do grupo mostrou ao Brasil até onde podemos chegar e, para mim, esse máximo é o título.

TORCIDA
É de arrepiar quando a gente entra em campo e vê o torcedor gritando o nosso nome e cantando o hino do clube. Poucas vezes vivi uma situação assim e é comovente. Acho até estranho estar aqui no Mineirão vazio, pois estou acostumado com mais de 50 mil pessoas, por jogo, me incentivando. Acho que essa empatia torcida-time é que está nos levando rumo ao título. O torcedor pode e deve sonhar sim, mas nós temos de trabalhar para tornar esse sonho realidade. Acho difícil sermos batidos com mais de 60 mil vozes gritando.

BH
Apesar de não ter muito tempo para sair, pois concentramos e jogamos muito, deu para perceber que é uma cidade boa, grande, capital e tem tudo o que a gente quer. O trânsito aqui ainda não está caótico, como em São Paulo, e a receptividade do torcedor é muito grande. Eu me adaptei facilmente e gostaria de viver aqui por muito mais tempo. No trabalho a gente tem de estar feliz e vivo um momento muito importante na minha vida pessoal e profissional. Esta cidade me encanta.

GOLS
Tenho treinado as cobranças de faltas pois hoje os jogos são decididos em grande parte com as jogadas de bola parada. Se tiver uma chance, espero fazer o gol, porém, isso não é o mais importante. Minha função é marcar e dar passes para os atacantes. Tenho visão de jogo e facilidade para fazer os lançamentos e, lá na frente, nosso poderio de fogo é grande. O importante é a confiança que o torcedor tem na gente. Ele vai a campo sabendo que os jogadores vão dar o sangue pela vitória.

ÁRBITRO
Se ele não aparecer em campo, melhor. Este é o papel do árbitro. Não nos cabe escolher ou apontar este ou aquele. Acho que o Leonardo Gaciba é um bom árbitro, e, como eu disse, que ele apareça o mínimo possível e dirija o clássico com o Flamengo com tranquilidade.

NÍVEL
O futebol de hoje é muito mais competição do que técnica, não há como fugir dessa realidade. Mas isso não implica dizer que a competição é fraca. Ao contrário, temos seis equipes na disputa do título. Isso só acontece no Brasil, onde a competição começa e você tem pelo menos 10 times em condições de chegar ao título. Dar espetáculo é muito bom, mas o que o torcedor quer e nós também é ganhar.

FRASE
“Vai pra cima deles, Galoooo.”


Entrevista publicada no jornal Estado de Minas, de 06/11/09:
http://www.superesportes.com.br/ed_esportes/002/template_esportes_002_138748.shtml




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Postado por: Tulio Velloso às 16h05
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"O BRASIL CONHECE NOSSA FORÇA"

Artilheiro isolado do Campeonato Brasileiro com 18 gols e um total de 39 na temporada, Tardelli espera confirmar a grande fase, domingo, às 16h, contra o Flamengo, no Mineirão, time pelo qual passou antes de chegar ao Atlético. “Será um jogo difícil, mas nossa equipe é a favorita. O fator campo/torcida me dá essa certeza. Sabemos que podemos chegar ao título e vamos firmes em busca desse objetivo.” Nesta entrevista franca, Diego Tardelli fala da carreira, do momento que vive, da Seleção Brasileira, da esperança de ganhar o título que a massa espera há 38 anos e diz que, se o Galo quiser, fará um contrato vitalício até o fim da carreira.



CARREIRA
Comecei no União Barbarense e cheguei ao São Paulo, onde aos 18 estreei como profissional. Fui campeão brasileiro, paulista e da Libertadores, mas não brilhei como gostaria. Não é fácil sair da base e chegar ao time principal. Fiz a minha parte lá e depois busquei outros caminhos. Mas sou grato ao clube paulista, onde vivi momentos felizes para quem iniciava a carreira. Terei sempre uma gratidão pelo São Paulo.

GALO
É o time que me permite viver o melhor momento da minha vida profissional, aos 24 anos. Sou artilheiro, cheguei à Seleção Brasileira e tenho a chance de entrar para a história do clube e desta torcida que me carrega no colo. Devo muito aos meus companheiros, que trabalham para que eu faça os gols; à diretoria, pela seriedade; e a todos que me apoiam aqui. Começamos a competição desacreditados e hoje somos uma realidade em busca do título. Mostramos ao Brasil inteiro nossa força e sei que isso está acontecendo porque o grupo é bom e quer deixar sua marca no clube. Estamos fazendo história aqui.

ARTILHARIA
O Atlético viveu momentos ruins nos últimos tempos e nós estamos tendo a chance de resgatar tudo isso com o título. Se formos campeões, seremos todos valorizados e é claro que ser artilheiro é muito importante. Só que se eu puder servir meus companheiros para que consigamos as vitórias, não hesitarei. Tenho buscado o jogo, feito cruzamentos e ajudado até na defesa. Esse é o espírito aqui. Lógico que minha função é fazer gols e tenho conseguido nesta temporada, com muito trabalho e muita dedicação. Sou o artilheiro do Brasileiro, mas devo isso aos companheiros, que lutam em campo para que a bola chegue. A torcida pode esperar que domingo vamos dar sangue pela vitória.

GRUPO
É excepcional e a gente sente falta um do outro. Ficamos juntos por cinco, seis dias e quando um ou outro não vai a gente sente falta. Liguei para o Coelho outro dia, para falar que ele estava fazendo falta no grupo. O Leão (técnico) deu cara a esse grupo e o Celso Roth (atual treinador) chegou para aprimorar e ajustar ainda mais. Havia muita desconfiança quanto ao nosso trabalho, mas acho que hoje o Brasil inteiro sabe da nossa força. Somos amigos dentro e fora de campo, sempre juntos, e esse é o segredo para o sucesso da equipe. Equipe de verdade.

PARCEIRO
Sou muito amigo do Renan, com quem divido o quarto, e tenho uma amizade fraterna com o Júnior, meu padrinho de casamento. Porém, sou tão bem tratado aqui que os tenho como uma família. Lá na frente o Éder Luís é outro grande parceiro, me servindo para os gols e sendo servido também. O entrosamento é perfeito e a torcida pode esperar mais emoção domingo. Não importa quem vai fazer o gol da vitória, o importante serão os três pontos que poderão nos levar à liderança.

TÍTULO
Essa conquista pode representar muito para todos nós. O clube não ganha o Brasileiro há 38 anos e podemos marcar época, fazer história e ficar no coração dessa fantástica torcida. Todos vamos nos valorizar no mercado. Somos um grupo novo e forte, que terá muito tempo pela frente para mais conquistas. Estou com a confiança de quem realmente vai ser campeão e este é o sentimento de todo o nosso grupo.

GALO X FLA
Somos favoritos, não tenho dúvida. Em casa, diante da nossa torcida, temos tudo para faturar os três pontos. Não vai aqui nenhum desrespeito ao adversário, mas é a confiança de quem conhece a torcida e o nosso grupo. Estamos fortes, superamos as dificuldades e vamos em busca do título. Com mais de 65 mil vozes nos empurrando, ao final dos 90 minutos, poderemos, dependendo dos outros resultados, chegar ao topo da tabela para partir atrás da taça.

SELEÇÃO
Sempre tive o sonho de chegar e consegui meu espaço. Sei que estou atrás de atacantes que já fazem parte do grupo há algum tempo, mas não custa sonhar e trabalhar para estar na lista para 2010. Se não for possível, em 2014 tenho a certeza de que farei parte do grupo. Estarei mais maduro, aos 28 anos, e, com certeza, mais artilheiro, conhecendo os atalhos para o gol. Não me arrependo de ter ido ao amistoso contra a Estônia e nos jogos contra Bolívia e Venezuela. Era a minha chance de mostrar ao treinador que sonho com a Copa e me saí bem. Sei que fiz falta ao Galo, mas a torcida soube entender muito bem o meu momento. Estou aqui e temos todas as chances de sermos campeões.

MENSAGEM
No Maracanã, contra o Fluminense, vi uma frase na arquibancada, que me chamou a atenção. Ela dizia: “Lutem até o final”. E é exatamente isso que faremos até a última partida. Vamos lutar, suar, dar o sangue por esse título. Trabalhamos até aqui para essa conquista e vamos em busca do objetivo. No jogo contra o Goiás eu ia falar essa frase, mas o Celso se antecipou e eu fiquei quieto. Domingo, espero poder falar aos meus companheiros sobre a importância do jogo contra o Flamengo e os que virão. Serão cinco jogos e precisaremos da vitória para chegarmos ao título. O torcedor pode acreditar que vamos lutar até o fim.

DESEJO
Se o Kalil quiser fazer um contrato vitalício comigo, eu fico até o fim da minha carreira. Estou apaixonado pelo Atlético, pela torcida, pela cidade. Claro que tenho o sonho de jogar na Europa e sei que uma conquista vai me valorizar ainda mais, porém, estou disposto a ficar aqui, eternamente, pois vivo o melhor momento da minha carreira e da minha vida.


Entrevista publicada no jornal Estado de Minas, de 05/11/09:
http://www.superesportes.com.br/ed_esportes/002/template_esportes_002_138649.shtml




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Postado por: Tulio Velloso às 06h15
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E A LUTA CONTINUA

Se eu começasse o post falando que "foi mais um jogo típico do Atlético, sofrido e vencido na raça", vocês poderiam pensar que estou sem inspiração em minhas palavras. Mas nada como essa simples - e verdadeira - descrição, para falar de mais um vitória do Galo no Brasileirão 09, que manteve o time na 3ª colocação com 56 pontos e há apenas 2 pontos dos líderes Palmeiras e São Paulo.
Foi novamente um jogo não recomendado para cardíacos. O Atlético começou dominando a partida, abriu 2x0 em 20 minutos (gols de Ricardinho e Éder Luís) e perdeu outras 3 chances claras com Diego Tardelli ainda no 1º tempo. Mas o Goiás chegou ao empate ainda no final da 1ª etapa, em 2 jogadas isoladas, em chutes certeiros de longa distância. O que parecia uma vitória fácil, por pouco não se transformou em pesadelo.
No 2º tempo os esmeraldinos vieram para cima dispostos a virar o placar e começaram a assustar o Atlético, que perdeu seu poder ofensivo após a saída, por contusão, de Éder Luís, ainda na etapa inicial. Porém, mais uma vez brilhou a estrela do artilheiro isolado do Brasileirão. Depois de uma grande jogada de Thiago Feltri pela esquerda, o lateral foi empurrado na grande área: penalti. Diego Tardelli bateu e não perdôou, fazendo seu 18º gol no brasileiro.
Daí em diante, o time mineiro suportou a pressão e soube administrar o resultado, que manteve vivo o Galo na briga pelo título. Agora, o time do técnico Celso Roth vai fazer 3 das 5 partidas decisivas em casa, a começar no próximo domingo contra o Flamengo, em um jogo que promete abalar as estruturas do gigante da Pampulha.



FICHA TÉCNICA
GOIÁS 2x3
ATLÉTICO
Motivo:33ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 01/11/09
Local: Serra Dourada/GO
Gols: Ricardinho, aos 13min; Éder Luís, aos 20min; Júlio César, aos 41min e Leandro Euzébio, aos 45min do 1ºT; Diego Tardelli, aos 21min do 2ºT
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Hilton Moutinho (RJ/FIFA) e Dibert Moises (RJ/FIFA)

Público: 8.748
Renda: R$ 77.730,00


Goiás
Harlei; Ernando, Leandro Euzébio e Valmir Lucas; Vítor (Douglas), Amaral, Ramalho (Everton), Romerito e Julio César; Iarley e Felipe (Johnathan).
 Técnico: Hélio dos Anjos


Atlético
Carini; Carlos Alberto, Benítez, Werley e Thiago Feltri (Wellington Saci); Renan, Serginho (Evandro), Correa e Ricardinho; Éder Luís (Alessandro) e Diego Tardelli.
 Técnico: Celso Roth



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Postado por: Tulio Velloso às 10h43
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A HORA DA VERDADE

O Atlético entra em campo hoje, a partir das 16hs, no Serra Dourada, contra o Goiás, com obrigação de vencer o esraldino para se manter vivo na briga pelo título. Qualquer outro resultado que não seja a vitória, o time alvinegro corre o risco de terminar a rodada fora do G4. Por isso, o time sabe da necessidade de um resultado positivo para manter o sonho.
O técnico Roth tem um desfalque importante no meio-campo, já que Jonílson levou o 3º cartão amarelo na derrota para o Fluminense, 5ª passada. Renan começará jogando. O paraguaio Benitez começa jogando ao lado de Werley, na zaga. Marques, que sentiu dores musculares depois do jogo de 5ª, será poupado e sequer foi relacionado para a partida.
O Galo espera devolver a derrota do 1º turno aos goianos, que não vencem a 6 jogos e foi o único time fora de Minas Gerais a ganhar do alvinegro no Mineirão pelo Brasileirão deste ano. Para Ricardinho, "o campeonato ainda está em aberto e o elenco tem de colocar a cabeça no lugar, continuar trabalhando e conseguir um bom resultado contra o Goiás para se manter na briga".
Este ano, os dois times se enfrentaram 3X: foram 2 empates e 1 derrota do Atlético.


EU ACREDITO NUMA VITÓRIA DO ATLÉTICO HOJE. O TIME SABE JOGAR E VAI PEGAR UM ADVERSÁRIO QUE CAIU DRASTICAMENTE DE RENDIMENTO NA COMPETIÇÃO. É A HORA DE PROVAR PARA TODO MUNDO QUE O GALO AINDA TEM PLENAS CONDIÇÕES DE DISPUTAR O TÍTULO.

FORÇA GALO!

 
 
 
FICHA TÉCNICA

GOIÁS X ATLÉTICO
 
Goiás

Harlei, Leandro Euzébio, Ernando e Valmir Lucas; Vitor, Ramalho, Amaral, Léo Lima e Julio Cesar; Iarley e Fernandão (Felipe).
 Técnico: Hélio dos Anjos

 GALO
 Carini; Carlos Alberto, Werley, Benítez e Thiago Feltri; Renan, Correa, Márcio Araújo e Ricardinho; Diego Tardelli e Éder Luís.
 Técnico: Celso Roth

 
Motivo: 33ª rodada do Campeonato Brasileiro
 Data: 01/11/2009
 Local e horário:
Serra Dourada, às 16h
 Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Hilton Moutinho (RJ/FIFA) e Dibert Moises (RJ/FIFA)
 Transmissão: Rede Globo
 Rádios: Itatiaia (www.itatiaia.com.br)



Postado por: Tulio Velloso às 07h42
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EU AINDA ACREDITO


Para muitos, a derrota do Atlético para o Fluminense, por 2x1, ontem a noite no Maracanã, significou o fim de um sonho. No entanto, faltando 6 rodadas para o término da competição, eu ainda acredito que o Galo possa ser campeão. A tarefa não é mais "fácil" como era até o jogo de ontem, afinal o Atlético não depende mais só dele para levantar a taça. Mas também não é impossível, uma vez que ele ainda enfrenta 3 candidatos diretos nas últimas rodadas, sendo 2 no seu terreiro.
E para continuar almejando seu objetivo, o Galo precisa vencer o Goiás no próximo domingo, no Serra Dourada, e não pode perder nenhum ponto para seus concorrentes diretos (Flamengo, Inter e Palmeiras). Caso consiga essa proeza e conquiste pelo menos 3 pontos nos outros 2 jogos, eu acredito que o time possa ser o campeão brasileiro de 2009. Ou seja, o alvinegro vai precisar de, no mínimo, 15 pontos em 18 (um aproveitamento de 84%).
Difícil?
Com certeza.
Impossível?
Jamais...
Força Galo!
Afinal, eu ainda acredito em você!

Eu ainda acredito no título



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Postado por: Tulio Velloso às 20h32
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QUEM ACREDITA NO ATLÉTICO?


Eu me lembro bem... era início de abril, o Galo tinha sofrido duas goleadas seguidas (uma pela final do Mineiro e outra pela Copa d Brasil) e o Campeonato Brasileiro começaria menos de dez dias depois. Em qualquer programa de rádio e televisão ou mesmo em jornais, a opinião de cronistas e comentaristas esportivos de todo o país era a mesma: o Atlético era forte candidato ao rebaixamento. Inclusive numa pesquisa (da qual sinceramente não me lembro a fonte) feita poucos dias antes do início da competição, o Galo foi apontado como o 2º pior time (a frente apenas do Santo André) e com mais de 53% de chances de disputar a segundona em 2010.
No entanto, o que poucos sabiam, é que fora das quatro linhas a diretoria estava organizada, com uma equipe de trabalho séria e comprometida com um objetivo único: fazer do Atlético novamente um time de ponta. Méritos, principalmente, para a dupla Alexandre Kalil/Bebeto de Freitas, que trabalharam duro para que isso se tornasse realidade. No banco, uma mudança que preocupou até o mais fanático dos atleticanos: saiu Emerson Leão, entrou Celso Roth. Dentro de campo quase nada mudou.
O novo treinador, aos poucos, foi implantando sua filosofia de trabalho e indicando um ou outro jogador para compor o elenco. O resultado não demorou muito a surtir efeito e na 6ª rodada do Brasileirão o Atlético assumiu a liderança da competição, posição que ostentou até a 14ª rodada. Mas para a imprensa esportiva em geral, o Atlético não passava de "cavalo paraguaio", ainda mais quando o time ficou 5 rodadas sem ganhar e terminou o 1º turno do campeonato em 5º lugar. Naquela altura do Brasileirão, o Galo passou de rebaixado a candidato à uma vaga na Libertadores do próximo ano, sendo apontado como uma das maiores surpresas positivas da competição.
Contrariando a famosa janela de transferências para o mercado europeu, que todos os times brasileiros tanto temem, o Atlético não só conseguiu manter seu elenco e preservar sua maior estrela, como também se reforçar em posições carentes, fortalecendo o grupo com atletas renomados internacionalmente. Além disso, alguns jogadores que estavam no departamento médico ganharam condições de jogo, melhorando ainda mais a situação do time para o restante do Brasileirão.
Hoje, a apenas um ponto do líder, na vice-liderança, tendo a 3ª melhor campanha do returno (a melhor entre os times do G4), com um elenco mais qualificado e dependendo apenas de suas próprias pernas para ser campeão, o Galo começa a chamar a atenção dos "entendidos de futebol" no cenário nacional e já passa a ser considerado um forte candidato ao título.
Se isso vai ser benéfico ou não para os jogadores, daqui a sete rodadas vamos saber. O que sabemos, no entanto, é que todos dentro do Atlético (jogadores, comissão técnica e diretoria), estão com os pés no chão, trabalhando em silêncio e cientes do que são capazes de fazer no campeonato, mostrando os resultados dentro de campo.

E você, torcedor, acredita no Galo?



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Postado por: Tulio Velloso às 15h44
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VITÓRIA COM SORTE DE CAMPEÃO

Foi mais um jogo típico do Atlético, sofrido e vencido na raça. Com o Mineirão lotado (57.901 pagantes - o maior público do Galo na temporada), o time alvinegrou encontrou dificuldades para bater o Vitória, ontem a noite, por 1x0, gol de Diego Tardelli, e encostou de vez no líder Palmeiras.



Se não fez uma partida primorosa, o Atlético pelo menos lutou até o fim e com determinação conseguiu o resultado que lhe interessava. Se não bastasse isso, o time ainda contou com a sorte. Depois de uma jogada envolvente do ataque rubro-negro, Carini fez uma grande defesa e, no rebote, Gláucio (do Vitória) chutou a bola, que bateu na trave e correu caprichosamente em cima da linha, saindo pelo outro lado.
Destaques para a volta do ídolo Marques, que jogou pela 1ª vez nesta temporada, para o artilheiro Diego Tardelli, para o volante Jonílson, um leão dentro de campo, e para o goleiro Carini, numa noite inspirada. E, mais vez, para a Massa, que lotou o Mineirão e empurrou o time do início ao fim, cantando e festejando.
O próximo desafio do Galo é contra o Fluminense, quinta-feira, no Rio, quando o time terá a oportunidade de voltar à liderança.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO 1x0 VITÓRIA
Motivo:
31ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data: 24/10/09
Local: Mineirão
Gols: Diego Tardelli, aos 27min do 1ºT
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Auxiliares: Adnilson da Costa Pinheiro (MS) e Lincoln R. Taques (MT)
Público: 57.901 pagantes
Renda: R$ 835.255

Atlético
Carini; Coelho (Renan), Jorge Luiz, Werley e Thiago Feltri; Jonílson, Serginho (Evandro), Márcio Araújo e Ricardinho; Diego Tardelli e Rentería (Marques).
 Técnico: Celso Roth

 
Vitória
Viáfara; Nino Paraíba (Neto Berola), Wallace, Fábio Ferreira e Leandro; Magal, Wellington, Willian (Carlos Alberto) e Jackson; Gláucio e Roger (Leandrão).
 Técnico: Vagner Mancini



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Postado por: Tulio Velloso às 10h42
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UM TSUNAMI ALVINEGRO

O Paixão em Preto e Branco resolviu aderir a campanha "Um Tsunami alvinegro". Para saber mais detalhes sobre a mais nova campanha de apoio ao Atlético, acesse o blog Terreiro do Galo, que iniciou a campanha.

Um Tsunami alvinegro

Participe da campanha.
Vá ao estádio e transmita toda sua força e confiança aos jogadores.
Juntos seremos imbatíveis!


PS: a lista de links foi atualizada com novos blogs sobre o Atlético.
Confiram.

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Postado por: Tulio Velloso às 11h51
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SÓ DEPENDE DE NÓS

Após a derrota do líder Palmeiras, ontem a noite, por 2x0 para o Santo André, no ABC paulista, o Atlético passa a depender somente de suas próprias forças para, enfim, se tornar bicampeão brasileiro. Faltando 8 partidas para o Galo na competição (contra 7 do Palmeiras), o time alvinegro está 4 pontos atrás do alviverde paulista e pode chegar ao inédito bicampeonato caso vença todos os seus jogos restantes, uma vez que ainda tem o confronto direto contra o líder.
E pelo que tenho acompanhado recentemente, tanto a diretoria, quanto comissão técnica e jogadores, acreditam que podem ser campeões, confiança demonstrada em entrevistas concedidas para jornais e programas esportivos. Ontem mesmo, o técnico Celso Roth, ao ser perguntado no programa Arena Sportv o que o Galo poderia fazer na campeonato, respondeu confiante: "O Atlético vai ser campeão. Estamos trabalhando para ser campeões".
Diante de toda essa confiança de dentro do clube, fica impossível conter a expectativa do torcedor atleticano. Se dentro de campo os jogadores estão determinados e focados em um só objetivo, fora de campo a Massa tem dado show e é líder de público do Brasileiro, prometendo apoiar o time até o final.
Por isso, só depende de nós (diretoria, comissão técnica, jogadores e, principalmente, torcida), para que juntos realizemos o sonho de finalmente comemorar o bicampeonato brasileiro. Tudo com cautela, trabalho, determinação e os pés no chão.
É como dizem por aí... "Quando queremos muito alguma coisa, o Universo conspira a nosso favor". Esse é o segredo do sucesso.

Força Galo!

PS: Siga o Paixão em Preto e Branco no Twitter.
http://www.twitter.com/Paixaopb



Postado por: Tulio Velloso às 12h53
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PAPEL DE PAREDE DT09

Aproveitando toda a expectativa em cima do artilheiro Diego Tardelli, que volta hoje ao time no jogo contra o São Paulo no Morumbi, o Paixão em Preto e Branco resolveu disponibilizar um papel de parede do novo "homem gol" do Galo.



Para fazer download da montagem é simples. Basta clicar na imagem acima (você será redirecionado para o site 4shared em uma nova janela), depois clicar em "Baixar agora" ou "Download Now" (abaixo da imagem que vai aparecer na nova janela) e escolher em pasta você deseja salvar o arquivo no seu computador. Clique em "ok" e pronto.
Para usar a imagem como papel de parede, clique com o botão direito do mouse em cima dela e escolha "Definir como plano de fundo da área de trabalho".

Saudações alvinegras a todos!
E que o DT09 esteja iluminado hoje para que o Galo consiga mais uma vitória.

PS: A partir de hoje, vou começar a reupar todas as imagens e arquivos disponíveis para download aqui do Paixão em Preto e Branco no site 4shared.



Postado por: Tulio Velloso às 09h06
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PAIXÃO PB: A VOLTA

Depois de praticamente um ano de inatividade, o Paixão em Preto e Branco está de volta à ativa. Desta vez, vou usar o blog para dar ênfase a textos, vídeos, fotos e montagens sobre o Galo, deixando notícias e comentários sobre jogos basicamente para o Twitter.
A desatualização do blog se deveu, principalmente, aos 2 últimos períodos da minha faculdade. Como ele não possui colaboradores, foi impossível dividir o tempo entre trabalho/faculdade/blog. No entanto, nesse período, o Paixão em Preto e Branco recebeu mais de 5000 mil visitas, o que só comprova a força da MASSA.
Sendo assim, espero em breve atualizar todos os links das imagens, vídeos e áudios disponíveis para download e continuar fazendo do blog uma referência do Atlético na web.

Saudações alvinegras a todos!

PS: Siga o Paixão em Preto e Branco no Twitter.
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Postado por: Tulio Velloso às 21h45
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KALIL: A RESSURREIÇÃO DA MASSA

Após a conturbada administração de Ziza Valadares que culminou em sua renúncia à presidência do clube em setembro passado, o Atlético já tem um novo presidente para o próximo triênio. Trata-se de Alexandre Kalil, empresário de 49 anos, ex-diretor de futebol e filho de um dos maiores presidentes do Galo, Elias Kalil. A votação aconteceu ontem, na Sede do clube, e o ex-diretor de futebol obteve 271 dos 402 votos válidos (mais da metade do seu concorrente Sérgio Bias Fortes, que teve 130).
Kalil, dirigente polêmico por não medir palavras em suas declarações, volta ao Atlético num dos momentos mais caóticos da história do clube: o time ainda "comemora" seu centenário, manchado por brigas internas, jogadores medíocres, goleadas históricas, dívidas intermináveis e nenhum título. Para piorar, o Galo não venceu seu rival este ano (foram 5 jogos), está com os salários atrasados há quase 3 meses e ainda corre o risco de ser rebaixado -  mais uma vez - no Campeonato Brasileiro.
Porém, Kalil vai contar com um apoio imprescindível em qualquer clube de futebol e que seus últimos antecessores não contaram: o da torcida. Juntos, o novo presidente e a Massa podem fazer a diferença e recolocar o Atlético no rumo certo, que é o das vitórias, e consequentemente recuperar o prestígio e respeito adquiridos ao longo dos anos. Resumindo, essa união pode fazer o Clube Atlético Mineiro voltar a ser grande.
Se isso vai acontecer, só o tempo irá dizer. No entanto, uma coisa é certa: Kalil fez a Massa ressuscitar. E quando a Massa se levanta, só dá Galo.



PELO PASSADO DO KALIL NO ATLÉTICO, EU NÃO O APOIAVA. ELE MAIS PREJUDICOU O CLUBE DO QUE AJUDOU (POR CAUSA DE SUAS DECLARAÇÕES). NO ENTANTO, RECONHEÇO QUE ENTRE OS 3 CANDIDATOS, ELE ERA O "MENOS PIOR". ALÉM DISSO, ELE TEM APOIO INCONDICIONAL DE UNS 90% DA MASSA, POR SER CONSIDERADO UM VERDADEIRO ATLETICANO. PORTANTO, SÓ ME RESTA TORCER PARA QUE ELE CONSIGA RECOLOCAR O ATLÉTICO NO SEU DEVIDO LUGAR.
BOA SORTE KALIL!
 

 



Postado por: Tulio Velloso às 09h30
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DE PAIXÃO À VERGONHA

Até pouco tempo, mais precisamente até a final do Campeonato Mineiro deste ano de 2008, eu tinha ORGULHO DE SER ATLETICANO. O time não ganhava nada, não me dava motivo nenhum para se orgulhar dele e os momentos de alegria eram escassos, mas mesmo assim eu continuava fiel e orgulhoso por torcer pelo Atlético. Afinal, venho de famílias tradicionalmente atleticanas (tanto parte de pai, quanto parte de mãe) e desde criança aprendi a AMAR esse clube de uma forma que eu não sei explicar.
Desde criança também (criancinha de colo mesmo) vou ao Mineirão. Meu pai sempre me ensinou que, independente da situação do time, meu dever era ir ao estádio e apoiar o time até o fim, mesmo nas piores e inimagináveis situações.
Confesso que nos meus 26, quase 27 anos de vida, me lembro mais dos fracassos do Atlético do que de suas conquistas. Por exemplo, nunca vi o time ganhar do modesto Criciúma no Mineirão.
No entanto, já vi o time perder a semifinal do Brasileiro em 91 para o São Paulo de Mário Tilico (quando chorei pela 1ª por causa do Atlético), vi o time perder a semifinal para o Corinthians em 94 e uma final em 99, tremer diante do Rosário na Argentina em 95 e perder um título "impossível" de ser perdido, perder a semifinal do Brasileiro para o São Caetano em 2001. Nessas oportunidades, eu vi, mesmo que pela TV, o time do Atlético fraquejar diante dos seus adversários.
Vi também o time ser desclassificado pela Portuguesa nas semifinais do Brasileiro de 96, ser goleado pelo maior rival por 5x1 na final da Copa do Campeões em 99, ser massacrado impiedosamente pelo Corinthians em 2002 nas quartas do Brasileirão por 6x2. Nesses jogos, lá estava eu na arquibancada, sofrendo e incrédulo. E em tantos outros, menos importantes, mas vergonhosos do mesmo jeito, como os 6x0 sofrido para o Sport em 2001.
Para se ter uma idéia do que é ser ATLETICANO, eu estava em casa sofrendo em 2004 no jogo descisivo contra o São Caetano, por não encontrar ingressos para ir ao estádio. Estava no Mineirão em 2005 quando o time empatou com o Vasco e caiu para a 2ª divisão. Eu cantei o hino após o apito do juiz e saí para um bar da cidade para comemorar o ORGULHO DE SER ATLETICANO, mesmo com o time passando, até então, pela pior fase da sua história.
Das alegrias que presenciei de perto, me lembro apenas de alguns títulos mineiros, dos 2 títulos da Conmebol, do título de Campeão do Centenário de BH em 97, de jogos históricos contra o nosso rival (eu estava lá nos 4x0 do ano passado) e das campanhas empolgantes dos Campeonatos Brasileiros de 94, 96, 99, 2001, 2002 e 2003, além da série B de 2006.
Eu fui à sede na virada do centenário, saí pelas ruas de preto e branco no dia 25 de março, carreguei a bandeira no carro e cantei o hino apaixonadamente, tudo para demonstrar que independente daquilo que passou, eu ainda era "o mais doente dos atleticanos".
Porém, um dia a gente acorda e começa a perceber que nem tudo são flores e que só a paixão cega não vai ajudar em nada. A gente percebe que, por mais que incentive e estoure as cordas vocais de tanto gritar, o clube não vai mudar. Que a incompetência, somada à roubalheira e a outros interesses desconhecidos por muitos, vão minando a nossa paixão. Que times horrorosos, jogadores medíocres e totalmente descompromissados nos fazem desacreditar naquilo que usávamos, muitas vezes, para nos alegrar e nos deixar orgulhosos.
Depois do maior vexame da história centenária do Galo na final do Campeonato Mineiro deste ano, meu coração abalou! Se não bastasse isso, logo no ano em que eu mais esperava do clube, somos goleados impiedosamentes por times iguais ou piores que o nosso e ainda por cima tivemos que ver derrotas para times que, acreditem ou não, caíram para a 2ª divisão do futebol mineiro. E o pior, ainda não ganhamos um jogo sequer dos considerados "times grandes" no Brasil.
Somando tudo isso, hoje eu posso dizer que não quero mais sofrer. Assim como fez o 06, eu desisto, pois vi que por mais que eu lute, por mais que eu torça, por mais que eu acredite, sempre terão alguns marginais à frente do clube que nos farão desistir de todos os nossos sonhos. E enquanto eles estiverem lá, eu não vou mais sofrer e nem me iludir.
Se antes eu era um louco apaixonado, hoje sou um pobre torcedor envergonhado, que não tem coragem sequer de sair pelas ruas usando o manto que até pouco tempo eu considerava sagrado.



ADEUS, GALLO!

Finalmente ontem o técnico Gallo foi mandado embora. Apesar de eu me identificar com o técnico, pela sua história no clube, ele não conseguiu carregar o fardo que lhe deram e sua demissão era inevitável. A propósito, acho que foi um erro contratá-lo no momento em que clube está, carente de títulos e no ano do seu centenário.

BOA SORTE, ALEXANDRE GALLO. QUE VOCÊ CONSIGA SEGUIR SUA CARREIRA E UM DIA POSSA VOLTAR AO ATLÉTICO, QUANDO O TIME ESTIVER ORGANIZADO TANTO NA PARTE DO FUTEBOL, QUANTO NA PARTE ADMINISTRATIVA.



Postado por: Tulio Velloso às 08h18
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