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COMO SE FAZ UM TIME VENCEDOR
Há exatos 18 dias eu postava um texto aqui no Paixão em Preto e Branco "ensinando" como se fazia um time amarelão, tamanha a minha revolta após a derrota do Atlético para o Internacional, em pleno Mineirão, jogo que definitivamente tirou o Galo da briga pelo título e determinou o fim trágico do time no Campeonato Brasileiro.
 Celso Roth e seus comandados
Assim como eu, a maioria dos atleticanos tinha certeza que 2010 começaria praticamente igual ao fim de 2009: Kalil trabalhando - e também falando - muito, Celso Roth como treinador e com seu esquema tático que não leva o time a lugar nenhum, e um elenco de mediano para baixo, ainda correndo o risco de perder seus bons jogadores. Tínhamos a esperança apenas que a diretoria se esforçasse para contratar alguns reforços para os setores mais carentes do time: zaga e laterais.
No entanto, para surpresa geral da Massa, o presidente Alexandre Kalil mandou demitir seu então "menino dos olhos", Celso Roth, logo após o jogo contra o Corinthians e trouxe ninguém menos que o técnico mais vencedor do futebol brasileiro na atualidade: Vanderlei Luxemburgo.
A partir do anúncio do novo treinador, terça-feira passada, a euforia tomou conta da Massa. Afinal, Luxemburgo era um sonho antigo e com a vinda dele passamos a ter certeza de que a mentalidade do clube enfim mudou. Se até pouco tempo o Atlético entrava nas competições para brigar apenas para não cair, com Kalil na presidência o time entra para brigar pelo título.
 Luxa foi recebido com festa na sede do Atlético - Foto Superesportes
O presidente deixou isso bem claro numa entrevista, anteontem, para o programa Arena Sportv. Ao ser questionado por Cleber Machado se estava satisfeito com o desempenho do Galo em 2009, Kalil foi taxativo: "O ano foi um desastre... foi jogado fora no lixo... a torcida merecia muito mais". Isso mostra que nosso presidente tem uma mentalidade vencedora e conhece a fundo a grandeza do Clube Atlético Mineiro.
E é assim que se forma um time vencedor. Com um presidente que trabalha com seriedade e os pés no chão, sabendo investir corretamente no futebol e valorizando a marca do clube. Com um técnico vencedor, que tem projetos ambiciosos e sabe exatamente o material humano que precisa para exercer bem o seu trabalho. Com um elenco heterogêneo, que mescla experiência e juventude, jogadores carimbados e promessas e que também tenha craques e jogadores decisivos que não se escondam na hora de decidir.
 Base pronta para 2010
Este elenco, por enquanto, o Atlético não tem. Mas é sabido que Luxemburgo exige um grupo forte e comprometido com seu objetivo para trabalhar. Foi assim em outros clubes e não será diferente por aqui. E o Galo já possui uma base que não se pode descartar, com jogadores como Carini, Benitez, Júnior, Ricardinho, Correa, Serginho e Tardelli. Ainda temos outros que, se bem orientados, podem ser muito úteis ao treinador, casos de Welton Felipe, Márcio Araújo, Renan Oliveira e Éder Luiz.
Por isso prezados amigos atleticanos, a esperança da Massa se renovou. A esperança de que agora o alvinegro está no caminho certo, com o futebol finalmente sendo levado a sério por pessoas sérias e comprometidas com um só objetivo: fazer do Clube Atlético Mineiro um time vencedor outra vez. Se isso vai se concretizar ou não, só o tempo irá dizer.
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Postado por: Tulio Velloso às 10h26
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HÁ MALES QUE VEM PARA O BEM
As muitas dificuldades surgidas em nossa vida, às vezes, têm um valor extraordinário. Muitos obstáculos nos surgem não para nos prejudicar, e sim, ajudar-nos a vencer. Às vezes temos diante de nós um caminho íngreme e pedregoso para atravessar, mas há também um futuro, uma vitória, um alvo, e, para atingí-los, é preciso romper todos os obstáculos que a nosso ver parecem intransponível, mas não o são. É interessante notarmos que muitos homens são levados a uma compreensão melhor da vida por meio do sofrimento. Além do mais é necessário aprender a sofrer. Porque tudo concorre para o bem do próprio indivíduo. Lembremo-nos do que disse Charles Wagner: "As mãos que nos ferem, os cães que nos mordem, as doenças que nos roem, os fardos que nos esmagam são forçados a se tornarem nossos auxiliares". (Autor desconhecido)

Nada melhor que esta pequena passagem para exemplificar como é a vida de um ATLETICANO. Sofrimento... luta... objetivos inacabados... derrotas vergonhosas... tristeza... decepção! Assim foram esses últimos 12 anos, desde a conquista do bicampeonato da extinta Taça Conmembol (hoje Sulamericana). De lá para cá, o torcedor alvinegro viveu apenas de sonho e esperança, mas com uma inquestionável certeza de que sempre faltou o algo mais na hora da decisão.
Se tínhamos um técnico competente, faltava time. Se tínhamos um bom time, faltava um técnico. E mesmo que tivéssemos os dois, às vezes fomos prejudicados dentro de campo por árbitros mal intencionados. Resumindo, sempre ficamos no quase, seja por incompetência do próprio Atlético ou dos outros.
Mas como diz o dito popular, há males que vem para o bem. E foi por causa desse passado recente, de tantos insucessos e vexames, que Alexandre Kalil aceitou assumir o Clube Atlético Mineiro no final de 2008. E, dentro de um pouco mais de um ano de mandato, se não conseguiu fazer com que o time conquistasse títulos, pelo menos nos devolveu a dignidade de sermos atleticanos. Ele nos mostrou que é possível, com um trabalho sério, fazer o Atlético trilhar novamente o caminho das conquistas.

No entanto, engana-se quem pensa que o presidente alvinegro acertou em tudo que tentou desde que assumiu o comando do Galo. Assim como tantos outros que por aqui passaram, ele trouxe jogadores e técnicos que não deram certo. Mas de uma coisa não podemos reclamar: o Kalil assume seus erros e faz de tudo para corrigí-los. Ele sabe escutar a voz da Massa e tomar as decisões certas nas horas certas.
Foi assim quando contratou e demitiu Emerson Leão, quando segurou o artilheiro Tardelli, quando contratou Carini, Correa e Ricardinho. Tudo a pedido da Massa. Assumiu sozinho a responsabilidade pela contratação e demissão do técnico Celso Roth. Mostrou que aprendeu com erros.
Só que Kalil sabe que ele não pode mais errar e que o Atlético não pode mais viver de meros coadjuvantes. O clube precisa urgente resgatar seu prestígio e que, para isso, seria preciso contratar uma estrela principal, que assuma de vez o comando do futebol (dentro das 4 linhas). E foi exatamente isso que ele fez: contratou ninguém mais ninguém menos que o técnico mais vitorioso do futebol nacional, com 5 títulos brasileiros na bagagem. Trata-se de Vanderlei Luxemburgo.

Será que Luxemburgo é a solução de todos os nossos problemas dentro de campo? Acredito que sim. Independente do time que ele vá dirigir, ele exige um planejamento, um elenco à sua altura. Sem isso, ele não vai a clube nenhum. Por isso, a esperança do torcedor alvinegro está renovada, pois nós sabemos que agora o Atlético terá que montar um grupo vencedor para atender aos anseios do novo técnico.
Além disso, Luxemburgo é muito mais que um treinador de futebol. Como ele próprio gosta de se definir, ele é um manager, um verdadeiro gerente do futebol. Polêmico, sempre tem a mídia no seu encalce e isso traz visibilidade ao clube que ele dirige. Ou seja, ele é um alto investimento que traz um retorno ainda maior.
Portanto caro torcedor alvinegro, pode comemorar! O novo "milagreiro" está chegando e com ele a esperança de finalmente termos dias melhores na Cidade do Galo.
 Parabéns e obrigado, Kalil! E seja bem vindo, Luxa!
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Postado por: Tulio Velloso às 15h01
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O PRÓXIMO MILAGREIRO
Ao longo dos últimos 38 anos, desde que fomos campeões em 1971, as nossas equipes técnica e administrativa não têm conseguido trabalhar em conjunto, de forma harmônica
Nós, do Clube Atlético Mineiro, temos dado ao Brasil, nos últimos 38 anos, uma demonstração de grande incapacidade para formação de equipes vencedoras. Diretorias, conselhos e comissões técnicas que se seguem expõem sempre a nossa grande dificuldade. Não conseguimos formar uma equipe de trabalho à altura das nossas ambições.
No futebol, como em outros esportes e também em outros setores da vida, entende-se por equipe um grupo de pessoas, que vai desde o presidente da instituição ao não menos importante profissional de serviços gerais, trabalhando em prol de um mesmo objetivo.
Não basta a equipe ter atletas de seleção do goleiro ao ponta-esquerda, um ótimo banco de reservas, dirigidos por um técnico competente, para conseguirmos ser campeões. Já tivemos times assim algumas vezes e não conseguimos vencer. Se olharmos para trás, veremos que, todas as vezes que chegamos perto de algum título, perdemos porque faltaram peças importantes na equipe. Uma vez faltaram atletas; depois, técnico; outra vez, diretoria administrativa; outra vez, diretoria técnica etc. Os grandes técnicos só conseguiram sucesso quando tiveram uma retaguarda técnica e administrativa afinadas.
Telê Santana, o maior técnico de todos, conseguiu sucesso no Atlético em 1971, voltou aqui algumas vezes, mas só conseguiu ser campeão novamente nos anos 1990, no São Paulo, onde tinha uma grande retaguarda técnica e administrativa.
Luiz Felipe Scolari conseguiu sucesso no Grêmio e Palmeiras, onde havia equipes na retaguarda. No Cruzeiro, onde a retaguarda não era tão boa, foi um fiasco. Vanderlei Luxemburgo não teve sucesso no Santos e no Flamengo, onde não tinha retaguarda. No entanto, foi campeão no Palmeiras, Corinthians e Bragantino dos Chedid. Quando foi para o Real Madrid, tentando implantar sua “filosofia” bem sucedida em outros clubes, foi demitido após alguns meses de trabalho.
Aqui no Atlético, infelizmente, os técnicos têm tido pouco sucesso. Ao longo dos últimos 38 anos, desde que fomos campeões em 1971, as nossas equipes técnica e administrativa não têm conseguido trabalhar em conjunto, de forma harmônica, com os mesmos objetivos, motivadas e motivando, cobrando e sendo cobradas. Quando ocorre um desastre ao fim das competições das quais participamos nos últimos 38 anos, a solução tem sido trocar o técnico e esperar que o próximo faça um milagre. Esse milagre é tentado invariavelmente com a vinda de uma “competente” comissão técnica e a contratação insistente de atletas em fim de carreira, para mesclar com os pratas da casa. O resultado final todos já conhecem.
Não temos formado equipes de retaguarda para dar continuidade ao trabalho anterior, escolher atletas e técnicos, motivá-los, ajudá-los, estimular a solidariedade dentro do grupo, orientar, trocar ideias, sugerir, receber sugestões, dividir responsabilidades, cobrar explicações normais dos atletas e dos técnicos.
Em todos os lugares, o técnico é um profissional geralmente pouco comprometido com o clube, que quase sempre não cria raízes onde trabalha. Não é possível que ele possa tomar tantas decisões vitais para o clube, de forma solitária, sem estar devidamente assistido e monitorado pelas direções técnica e executiva, compostas em sua maioria por atleticanos de coração.
Ele surge sempre como o todo-poderoso. A única opção que temos é aceitar aquilo que ele nos impõe e mandá-lo embora se não der certo o que nos impôs quando chegou. Compramos ou largamos o “pacote” que ele nos oferece. Esse é um modelo falido e de grande risco. Se continuarmos com a mesma visão e estrutura de equipe, não haverá nenhuma continuidade de trabalho, depois da demissão do próximo milagreiro e todo-poderoso técnico que certamente chegará. Precisamos, sim, de um grupo coeso de pessoas trabalhando solidariamente em busca do mesmo objetivo.
Não se trata de criticar a atual diretoria. Ela tem trabalhado e entende bem o que estou dizendo. Tanto é que toda vez que o Alexandre Kalil assumiu, trouxe com ele Bebeto de Freitas, um profissional que sabe muito bem o que é uma equipe entrosada, motivada e solidária. Só que Bebeto não pode ou não quer ficar por aqui. Parece ter coisas mais importantes a fazer. Precisamos urgentemente descobrir entre nós, atleticanos ou não, novos Bebetos de Freitas, de preferência vários, para integrar essa equipe de trabalho.
A era dos técnicos milagreiros acabou. É preciso muito mais do que isso. Ainda está em tempo de aprendermos como administrar essa importantíssima peça dentro da equipe. Aí, então, talvez o nosso futuro possa ser mais brilhante. Temos todos os ingredientes para consegui-lo.
Não podemos continuar repetindo os erros dos últimos 38 anos.
Por Samuel Vianney da Cunha Pereira, Conselheiro Benemérito do Atlético.
Excelente texto publicado hoje, dia 08/12/2009, no jornal Estado de Minas, que resolvi compartilhar com todos os leitores do Paixão em Preto e Branco. Concordo plenamente com o autor quando ele diz é preciso dar continuidade no trabalho, pois só assim o clube pode colher bons frutos. E outro ponto importante é no que diz respeito à montagem de uma equipe de trabalho, e não apenas um time ou um treinador.
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Postado por: Tulio Velloso às 08h59
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O MELANCÓLICO JOGO DAS DESPEDIDAS
Em mais um jogo em que esteve irreconhecível, o Atlético se despediu do Campeonato Brasileiro de forma melancólica. Foi facilmente goleado pelos reservas do Corinthians, por 3x0, ontem no Mineirão, e perdeu não só a chance de fechar a temporada com vitória como também a condição de clube com melhor média de público do Brasileiro para o Flamengo (apenas 5.769 torcedores foram ao estádio da Pampulha). Foi a 5ª derrota consecutiva do Galo na competição, que sacramentou a despedida do técnico Celso Roth, demitido após o novo fracasso.
 Até o artilheiro Tardelli esteve apático ontem e perdeu um penalti que poderia ter lhe dado a artilharia isolada da competição
O jogo O Atlético chegou duas vezes, aos 9, em chute fraco de Evandro, e aos 11, com Coelho cobrando falta que assustou. Mas depois só deu Corinthians. Jorge Henrique, sempre pelo lado esquerdo, nas costas de Coelho, era um perigo constante. Aos 12, ele escapou e tocou a Defederico, que acertou a trave de Carini. Era o prenúncio de mais amolação para a torcida atleticana.
Aos 16, Souza entrou na área e Carini evitou o gol com os pés. Mas no minuto seguinte, não teve jeito. O mesmo Souza, livre de marcação, acertou belo chute no ângulo do goleiro alvinegro, abrindo o placar. E os problemas continuavam. Defederico recebeu de frente para a meta, Carini salvou. Aos 27, Werley perdeu a bola e Souza chutou para outra defesa do goleiro uruguaio.
De tanto insistir nos contra-ataques, o Corinthians chegou ao segundo gol. aos 40, Defederico foi derrubado na área por Benítez. Pênalti, que Souza bateu no canto direito e ampliou. Naquela altura, a pequena torcida era só insatisfação com a equipe. O alvo principal era Éder Luís. Os gritos de ‘time sem vergonha’ eram ouvidos no estádio. O Atlético até teve chance para reagir. Mas Diego Tardelli cobrou penalidade que o goleiro Júlio César defendeu. O primeiro tempo foi para os atleticanos esquecerem.
 Souza comemora um dos seus gols
Mais decepção O segundo tempo começou e Celso Roth mexeu logo em duas posições: Sheslon substituiu Coelho e Alessandro entrou na vaga de Éder Luís. O que o treinador atleticano queria mesmo era forçar pela direita, mas sem desguarnecer a defesa por aquele setor. O time até melhorou, criou chances, mas a bola não entrava.
Correa tentou duas vezes, uma em cobrança de falta, outra em cabeçada que passou perto. Depois, Evandro teve a chance em cruzamento de Tardelli, mas pegou de primeira e mandou longe do gol. O Corinthians passou a se preocupar em evitar o desgaste, apostando nos contragolpes. Carini teve que trabalhar mais vezes. A última cartada de Roth foi a entrada de Renan Oliveira, no lugar de Evandro, que deixou o campo vaiado.
A situação continuou a mesma. Renan Oliveira, visivelmente fora de forma, mal conseguia tocar a bola no campo encharcado. E quando o Atlético chegava, a finalização não era suficiente para vencer Júlio César, como em chute de Diego Tardelli, espalmado pelo goleiro. No fim, com Jonílson atuando no sacrifício, mesmo mancando, o Corinthians chegou ao terceiro, aos 44. Bill ganhou dividida com Carini e mandou para as redes.
ADEUS ROTH! Celso Roth finalmente foi demitido do Atlético. O treinador, que tem fama de retranqueiro, manteve uma escrita incomoda que o acompanha pela carreira: deixou mais um clube demitido e odiado pelos torcedores. A sina do técnico parece ter o mesmo script todo ano: seus times geralmente começam bem as competições, mas na reta final sempre fracassam e deixam o título escapar. E no Galo não foi diferente.
 Durante a partida, Roth parecia já prever seu futuro
Contratado para substituir o "queridinho da torcida" Emerson Leão há uma semana do início do Campeonato Brasileiro, Roth chegou questionado pela torcida, mas com aval da direção. Na sua 1ª partida no comando da equipe, o treinador já conseguiu mudar a cara da equipe e o Galo goleou o Vitória-BA por 3x0 pela Copa do Brasil (perdeu a classificação nos penaltis).
Apesar de uma estréia meio frustrante no Brasileiro (empate de 2x2 com Avaí na casa do adversário), o Atlético teve um início de campeonato fulminante e conseguiu chegar à liderança da competição na 8ª rodada. Roth conseguiu dar um padrão de jogo à equipe, que apesar de não ter um elenco forte, jogava com disciplina e velocidade e conseguiu feitos importantes, como quebrar o tabu de nunca ter vencido o Sport na Ilha do Retiro e o Santos na Vila Belmiro.
Tudo ia bem e o torcedor atleticano chegou a acreditar que o título era possível. Afinal, o time esteve todo turno entre os 4 primeiros colocados e as boas atuações enchiam todos os torcedores de esperança. Mas o Galo perdeu o fôlego na reta final do 1º turno do Brasileiro e terminou em 6º lugar.
Nem tudo estava perdido. Na temida janela européia, que atormenta os clubes brasileiros entre julho e agosto, o Atlético conseguiu manter sua estrela principal e trouxe alguns reforços de primeiro escalão, o que serviu de ânimo para o treinador e para a torcida. O Galo então se reencontrou na competição e, mesmo entre um tropeço e outro, voltou a ficar na zona da Libertadores, mantendo viva a briga pelo título.
Na 33ª rodada, um jogo que poderia mudar a história do Atlético na competição. O Galo venceu o Goiás no Serra Dourada, assumiu a terceira colocação e ficou a dois pontos dos líderes. Com o tropeço do São Paulo no início da 34ª rodada, o alvinegro passou a depender somente de suas próprias forças para ser campeão brasileiro em 2009. Para tanto, bastava o time vencer seus cinco últimos jogos, sendo que três seriam dentro de casa.
Mas eis que Celso Roth resolveu dar uma de... Celso Roth. Aquele velho técnico retranqueiro e medroso, que abdica de atacar para se defender, voltou. E com ele, a velha sina. O resultado não poderia ter sido diferente: o Atlético perdeu a alegria de jogar e a vontade de vencer e virou presa fácil para seus adversários. Cinco derrotas em cinco jogos e a pior reta final de Brasileiro desde 2003 (início dos pontos corridos).
Por esse motivo, caro torcedor atleticano, Celso Roth vai embora sem deixar saudades. Foram 41 jogos a frente do Atlético em 2009, com 17 vitórias, 10 empates e 14 derrotas, sendo o aproveitamento de 49,6%. E mais uma vez ele sai demitido de um clube e leva consigo o ódio e a revolta de seus torcedores, além daquela sensação horrível que tudo poderia ter sido diferente.
Adeus Celso Roth!
 Que você tenha vergonha na cara e não volte nunca mais para este lado da lagoa.
LUXEMBURGO VEM AÍ?

Com a demissão de Roth, o novo treinador do Atlético pode ser um velho sonho da Massa. Trata-se de Vanderlei Luxemburgo, um dos técnicos mais respeitados do país e que tem cinco títulos de campeão brasileiro na bagagem. Segundo o jornalista Antônio Melane, do Estado de Minas, o presidente Alexandre Kalil já estaria negociando um contrato de um ano com o treinador e ele pode ser anunciado no Galo ainda hoje. Caso acerte com o Atlético, Luxemburgo deverá trazer também a empresa Traffic, com intuito de armar um time campeão em 2010.
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Postado por: Tulio Velloso às 09h52
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COMO SE FAZ UM TIME AMARELÃO
Ingredientes 1 presidente sonhador 1 técnico medroso 1/2 dúzia de jogadores esforçados 1/2 dúzia de goleiros, zagueiros, laterais e volantes ruins 1/2 dúzia de atacantes sem inspiração 1/2 dúzia de reforços de araque 1 artilheiro 1 torcida sonhadora 1 time enganador 1 grupo de jogadores desacreditados 1 pitada de empolgação inicial 1 pitada de falsas promessas
Modo de preparo No início do campeonato, misture o presidente sonhador com o grupo de jogadores desacreditados. Em seguida, coloque a pitada de empolgação inicial e bata tudo junto com a torcida sonhadora. Basta adicionar o artilheiro com alguns jogadores esforçados e a 1ª fase está pronta: um time enganador.
Depois, quando aumentar a esperança e a massa começar a inflamar, pegue um técnico medroso. Misture meia dúzia de goleiros, zagueiros, laterais e volantes ruins e os atacantes sem inspiração. Adicione os reforços de araque. Bata tudo, coloque a no forno e deixe a massa cozinhar lentamente.
Quando a massa começar a se desprender, coloque uma pitada de falsas promessas e as mantenha em fogo brando até que se esgote toda a paciência. E, antes do término do campeonato (lá pela 32ª, 33ª rodada), teremos um time completamente amarelão, sem caráter e sem qualquer identidade com a massa.
Para maiores detalhes, essa receita se encontra disponível todo ano na porta da Sede de Lourdes, a casa do Clube Atlético Mineiro.
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Postado por: Tulio Velloso às 20h46
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DERROTA FRUSTRANTE
Os jogadores do Atlético demonstraram ontem que não merecem a confiança da fiel e fanática torcida alvinegra. Mais uma vez, diante de um Mineirão lotado, o time amarelou e saiu de seus domínios derrotado por um adversário direto na briga pelo título e pela vaga no G4, para frustração de quase 42 mil pagantes no gigante da Pampulha. Foi a terceira derrota seguida do Galo na reta final do Brasileiro, sendo a segunda em casa.
 Mais uma vez o time amarelou diante da sua torcida
O jogo O Atlético entrou em campo já sabendo que um resultado positivo lhe daria não só a terceira colocação no campeonato, como também o recolocaria novamente na briga pelo título, uma vez que o líder São Paulo tinha acabado de ser derrotado pelo Botafogo. A torcida compareceu em peso ao Mineirão na esperança de ver uma grande vitória alvinegra, atendendo aos pedidos do presidente e dos jogadores.
O que nós não sabíamos é que o time entraria em campo com uma postura completamente diferente daquela pregada pelos jogadores e comissão técnica ao longo da semana. Sob forte marcação, o Galo não encontrava espaços para sair jogando e aceitava passivamente o jogo do Internacional, que veio para ser defender e explorar os contra-ataques. E, num desses contra-ataques, aos 15 minutos de jogo, Kléber cobrou uma falta rápida em profundidade para Alecsandro. Os zagueiros alvinegros bateram cabeça, Carini saiu mal do gol e o atacante colorado chutou a bola na trave; no rebote, Giuliano, livre na pequena área, só empurrou a bola para as redes do goleiro uruguaio.
O gol do Inter foi um banho que água fria para o time e para a torcida, que via os mesmos erros do jogo contra o Flamengo se repetir. A partir de então, foi um jogo de ataque contra a defesa. O Galo, totalmente desorganizado, sem objetividade e passivo em campo, tentava reunir forças para motivar seus torcedores, mas não teve sucesso. Já o time gaúcho exercia uma forte marcação e não dava espaços para que o Atlético criasse uma chance de gol sequer, chegando inclusive a ameaçar o time mineiro eu=m alguns contra-ataques perigosos.
E este prognóstico se estendeu durante o restante da partida, até o apito final do árbitro. Com a vitória, o Internacional chegou aos 59 pontos, subiu para a 3ª colocação na tabela e praticamente se garantiu na Libertadores de 2010. Além disso manteve o tabu de nunca ter perdido para o Galo na era dos pontos corridos.
Já o Atlético saiu de campo vaiado por parte da torcida e aos gritos de "timinho". Agora o time do técnico Celso Roth vai tentar se reabilitar fora de casa, diante de mais um adversário direto, que está em crise e há quatro jogos sem vencer: o Palmeiras. Se vencer, o Galo entra no G4. Se perder, dá adeus à Libertadores do próximo ano. Em caso de empate, ambos correm o risco de morrer abraçados. Por isso o jogo promete. Afinal, Atlético e Palmeiras são os grandes cavalos paraguaios deste Brasileirão.
Vergonhaaaaaa! Vergonhaaaaaa! Vergonhaaaaaa... time sem vergonha!
FICHA TÉCNICA ATLÉTICO 0x1 INTERNACIONAL Motivo:36ª rodada do Campeonato Brasileiro Data: 22/11/09 Local: Mineirão Gol: Giuliano, aos 15min do 1ºT Árbitro: Cleber Wellington Abade (SP) Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Vicente Romano Neto (SP) Público: 41.842 pagantes Renda: R$ 571.535
Atlético Carini; Carlos Alberto (Evandro), Werley, Welton Felipe (Alex Bruno) e Thiago Feltri; Jonílson, Márcio Araújo, Correa e Ricardinho; Éder Luís (Alessandro) e Diego Tardelli. Técnico: Celso Roth
Internacional Lauro; Danilo Silva, Índio, Bolívar e Kléber; Sandro, Guiñazu, Giuliano e D´Alessandro (Glaydson); Marquinhos (Andrezinho) e Alecsandro (Taison). Técnico: Mário Sérgio
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Postado por: Tulio Velloso às 05h33
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O JOGO DO ANO
Para muitos, Atlético x Flamengo seria o jogo do ano. Para mim, era um jogo super importante que ditaria o futuro dos times na competição... e foi o que realmente aconteceu. Agora, faltando apenas 3 jogos para o final do Brasileirão, tenho a certeza absoluta que Atlético e Inter protagonizarão logo mais no Mineirão, a partir das 19h30, o jogo do ano . As duas equipes estão com 56 pontos na tabela (com vantagem no saldo para o Colorado, 16 contra 5), brigam diretamente pela vaga no G4 e o vencedor não só pula para o 3º lugar, como praticamente garante uma vaga na Libertadores do próximo ano. Para o Galo, o jogo é o mais importante da temporada. Afinal o time teve um primeiro semestre sofrível, passou mais de 90% do Brasileirão entre os quatros primeiros e ficar fora do G4 a esta altura do campeonato seria um golpe fatal tanto para os jogadores quanto para a fanática e apaixonada torcida. Por isso tanto os jogadores quanto a comissão técnica têm consciência da importância da partida. "Será mais uma batalha, guerra, outro jogo de nossa vida e temos de encarar como uma final, porque será mais uma oportunidade que teremos para ficar no G-4. Por isso precisamos dessa vitória" frisou o vice-artilheiro do campeonato Diego Tardelli. O time, que vem de duas derrotas consecutivas e só somou 3 pontos nos últimos 12 disputados, promete se desdobrar em campo para conseguir a vitória. Coincidentemente, o atacante não passou em branco nos dois jogos. O volante Márcio Araújo, que será titular hoje, cobrou entrega total do elenco para a conquista de, pelo menos, uma vaga no G4: "Todo jogo que temos pela frente sempre é decisivo e o mais importante do campeonato. Por isso é que temos que dar tudo contra o Internacional, um clube que investiu muito e, no começo do campeonato, era apontado como principal time do Brasil. Com certeza, será um jogo difícil". E para essa partida decisiva, o técnico Celso Roth será obrigado a mudar a zaga novamente: sai Benítez (suspenso) e entra Welton Felipe (recuperado de contusão). O restante da equipe deve ser o mesmo que enfrentou o Coritiba semana passada.
SE GANHAR, O GALO EMBALA PARA TERMINAR O CAMPEONATO NO G4. QUALQUER OUTRO RESULTADO SIGNIFICA O FIM DO SONHO DA LIBERTADORES. PORTANTO, SERÁ PRECISO MUITA GARRA E DETERMINAÇÃO AOS JOGADORES PARA VENCER ESSA DIFÍCIL BATALHA. SE ELES FAZEREM A PARTE DELES EM CAMPO, NÓS, TORCEDORES, COM CERTEZA FAREMOS NOSSA PARTE NAS ARQUIBANCADAS. FORÇA GALO!  FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO X INTERNACIONAL
GALO Carini; Carlos Alberto, Werley, Welton Felipe e Thiago Feltri; Jonílson, Márcio Araújo, Correa e Ricardinho; Éder Luís e Diego Tardelli. Técnico: Celso Roth
Internacional Lauro; Danilo Silva, Índio, Bolívar e Kléber; Sandro, Guiñazu, Giuliano e D´Alessandro; Marquinhos e Alecsandro. Técnico: Mário Sérgio
Motivo: 36ª rodada do Campeonato Brasileiro Data: 22/11/2009 Local e horário: Mineirão, às 19h30 Árbitro: Cléber Wellington Abade (SP) Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Vicente Romano Neto (SP) Transmissão: PFC Rádio: Itatiaia
Postado por: Tulio Velloso às 00h13
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ENFIM UM PATROCÍNIO MASTER
Enfim o presidente do Atlético, Alexandre Kalil, anunciou quem será o patrocinador master do clube em 2010. Trata-se de uma marca conhecida pelo povo mineiro: o banco BMG. Kalil reuniu a imprensa ontem a noite para falar sobre o novo patrocinador, cujo dono, Ricardo Guimarães, foi um dos presidentes mais questionados da história do Galo e é o maior credor do clube. De quebra, o presidente anunciou também outra empresa mineira para estampar sua marca nas mangas da camisa alvinegra: a Ricardo Eletro.
Outra novidade será a mudança da empresa que fornece o material esportivo. Sai a Lotto e entra o grupo Alpargatas, que é dona das marcas Topper, Mizuno e Rainha. Segundo o mandatário alvinegro, a Topper deve assinar a coleção de uniformes. O lançamento da nova camisa será em janeir e o contrato é de três anos. "Eles são donos de muitas marcas e vamos esperar para saber qual nos será apresentada. Eu creio que a possibilidade maior, pelo que eles têm dito, seria a Topper", adiantou Kalil.
No entanto, o presidente do Atlético se negou a falar em valores. Há uma semana, ela já tinha anunciado que fechara um patrocínio master 3x maior que o valor do último patrocínio do clube, que foi de 5 milhões de reais, mas sem revelar nomes. Ontem revelou os nomes, mas não valores. Porém, boatos na imprensa mineira dão conta que o clube receberá 14 milhões de reais do BMG e 4 milhões de reais da Ricardo Eletro, totalizando 18 milhões de reais só pelo patrocínio da camisa. "Triplicamos o valor da nossa marca. É um valor nunca alcançado pelo futebol mineiro. A camisa e manga do Atlético valeram o que eu pedi", finalizou Kalil.
O Paixão em Preto e Branco, levando em consideração que a nova camisa do Galo será da Topper com patrocínio do banco BMG e da Ricardo Eletro, adianta em primeira mão um possível modelo para o novo manto sagrado ( fazendo analogia com a do Estudiantes de La Plata, que também é da Topper e listrada igual a do Atlético).
 Mesmo com estampa da BMG e da Ricardo Eletro, o manto continuará lindo
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Postado por: Tulio Velloso às 11h51
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Postado por: Tulio Velloso às 21h17
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TUDO OU NADA
Depois da melancólica derrota para o Flamengo, domingo passado em casa, o Atlético volta a campo hoje, a partir das 19h30, no Couto Pereira, em Curitiba, para enfrentar o Coritiba e tentar se manter vivo na luta pelo título. Para tanto, só a vitória interessa ao time mineiro. Em caso de derrota ou empate, o Galo pode se distanciar ainda mais dos líderes e também perder a vaga no G4. Cientes disso, tanto o técnico Celso Roth como os jogadores esperam dar a volta por cima e sair com um resultado positivo da capital paranaense, mesmo sabendo que o adversário está na luta contra o rebaixamento. Vale a pena lembrar que o Atlético sempre encontrou dificuldades para jogar contra os times que brigam na parte de baixo da tabela neste campeonato e perdeu pontos importantes, dentro e fora de casa. Para a partida de hoje, praticamente todos os jogadores do elenco têm condições de jogo (exceto Marques e Serginho, lesionados). No entanto, Roth ainda não definiu a equipe que enfrenta o Coxa. Ele tem dúvidas na zaga - Welton Felipe pode ganhar a vaga de Werley - e no meio-campo - Márcio Araújo e Renan brigam pela vaga. Independente de quem jogar, o treinador atleticano espera que o time mantenha o foco no título e lute até o final.
FORÇA GALO!  FICHA TÉCNICA
CORITIBA X ATLÉTICO Coritiba Vanderlei, Márcio Gabriel, Pereira, Jéci e Luciano Amaral; Jaílton, Leandro Donizete, Pedro Ken e Marcelinho Paraíba; Renatinho e Thiago Gentil. Técnico: Ney Franco
GALO Carini; Carlos Alberto, Werley (Welton Felipe), Benítez e Thiago Feltri; Jonílson, Renan (Márcio Araújo), Correa e Ricardinho; Diego Tardelli e Éder Luís. Técnico: Celso Roth Motivo: 35ª rodada do Campeonato Brasileiro Data: 14/11/2009 Local e horário: Couto Pereira, às 19h30 Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP) Auxiliares: Ednílson Corona (Fifa-SP) e Emerson de Carvalho (Fifa-SP) Rádios: Itatiaia (www.itatiaia.com.br)
Postado por: Tulio Velloso às 10h36
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CARINI OU ARANHA?
Há tempos eu não entrava na comunidade oficial do Atlético no Orkut. Hoje entrei e vi uma discussão interessante: Carini ou Aranha? Até domingo passado, eu não hesitaria em responder: Carini! E ponto final. Mas aí veio o maldito domingo e, depois do jogo com o Flamengo, entendo o por quê o torcedor levantou essa questão no Orkut. Carini falhou, e falhou feio, em 2 gols. E, se não bastasse, já havia falhado um domingo antes contra o Goiás. Porém, ninguém levou muito em consideração porque o Galo venceu o jogo. Então a solução seria Aranha? Difícil escolha... Assim como Carini, seu antecessor andou falhando em lances capitais que valeram pontos importantes na conta do Atlético.

O que ambos têm em comum? Foram contratados com o aval da Massa e chegaram como salvadores da pátria, mas na verdade, se mostraram, em poucos jogos, goleiros instáveis, que não transmitem confiança para o torcedor. São bons goleiros, mas são unanimidades e quando mais o time precisou deles, os dois falharam. E o que diferencia um do outro? Carini tem uma vasta bagagem internacional, é um exímio pegador de penaltis, sabe a hora certa de cadenciar uma partida e sai do gol comos poucos goleiros (mesmo tendo falhado domingo). Já Aranha é mais seguro debaixo das traves, tem maior elasticidade que o goleiro uruguaio e uma boa reposição de bola. Baseado nisso, qual dos dois merece a confiança do torcedor alvinegro?
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Postado por: Tulio Velloso às 21h42
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A VERDADE NUA E CRUA
É difícil encontrar forças num momento como esse para falar do Galo. Logo depois de uma derrota para um dos seus maiores rivais, num jogo em que os jogadores tanto prometeram e nada cumpriram. Se até ontem o que se via nos torcedores era um misto de euforia, esperança e felicidade, com a possibilidade do início de um final feliz, hoje o torcedor está cabisbaixo, triste e com medo que os finais passados se repitam. Coisas de Atlético... Durante a semana tudo parecia ir bem demais para ser verdade. Vitória fora de casa, empate do concorrente direto na briga pelo título e a chance real de voltar à ponta do campeonato no sprint final. Os jogadores, com uma confiança acima do limite, davam entrevistas e mais entrevistas citando a partida como o "jogo de suas vidas" e parecia que a vitória já estava garantida. A torcida acabou entrando no oba-oba e estava considerando o Galo como campeão brasileiro de 2009. O mesmo erro cometido pelo lado rosa-celeste da cidade se aproximava do lado alvinegro... Pobres coitados! Tanto jogadores, quanto nós, torcedores. Mal sabíamos que do outro lado estaria um time determinado, objetivo, que veio a Belo Horizonte disposto a colocar água no nosso chopp. E colocou... Será que isso foi a principal causa da nossa derrota? Imagino que não. Para mim, aconteceu com o Atlético aquilo que acontecera meses antes com nosso maior rival: arrogância nas declarações dos jogadores, excesso de confiança do time e o famoso clima de já ganhou da torcida. Tudo isso criou um ambiente perfeito e motivante para o adversário. Ou alguém tem dúvida que quando temos nossa capacidade questionada nos saímos melhor? " Você não é bom o suficiente"! A resposta as vezes vem à Ferrari, como diria um antigo chefe meu... O próprio Galo é uma prova disso. Enquanto o time era considerado um azarão no campeonato, os jogadores se desdobraram em campo e mostraram o real valor de cada um deles. Cada um contribuía do jeito que dava: se faltava técnica, sobrava raça; se faltava pernas, sobrava união. E assim eles foram subindo degrau por degrau. Porém o time passou de azaração a campeão (pelo menos na cabeça dos jogadores e dos torcedores). Aí meus caros leitores, quando você se acha o dono do mundo e começa a desprezar seus adversários, acontece o que aconteceu: você cai feio! É como se levasse um golpe duro que te derrubasse e fizesse você se sentir o pior dos seres humanos. É um tapa na cara! Agora vai depender de como cada um vai assimilar esse tapa. Uns podem ver como alerta para continuarem sempre em busca do melhor, com humildade e respeito. Outros podem entender que foi um desrespeito e se entregarem de vez. Qual vai ser a postura dos jogadores daqui para frente? E da torcida? Eu não sei, você sabe? O que sei é que perdemos mais uma das 38 batalhas da guerra, num momento em que infelizmente poderíamos praticamente ter decretado o fim dela. O pior vai ser a perdermos mesmo tendo vencido 90% de suas batalhas. Sinceramente não sei se estou preparado para isso...
 A imagem vai continuar, e a pergunta também: torcedor, você acredita no Galo?
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Postado por: Tulio Velloso às 20h08
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FIM DO SONHO?
Numa tarde em que esteve irreconhecível, o Atlético foi derrotado pelo Flamengo, em pleno Mineirão, por 3x1, e não só perdeu a chance de se tornar como líder, como também acabou ultrapassado pelo próprio adversário na classificação geral, caindo de 3º para 4º lugar. Frustração para o torcedor alvinegro, que lotou o estádio a espera de mais uma vitória do Galo. O time pecou pelo excesso de confiança e parecia sonolento em campo, sem concentração e sem a mesma vontade de jogos anteriores. O primeiro gol do Flamengo retrata bem isso. Petkovic bateu escanteio fechado na 1ª trave; Thiago Feltri subiu, resvalou de cabeça e Carini, completamente desnorteado na jogada, entrou com bola e tudo para dentro das redes. O gol, logo aos 9 minutos de jogo, abalou o Atlético e o time continuou sem objetividade. Daí para frente, o que se viu foi um time carioca aplicado e jogando com simplicidade e eficiência, sempre levando perigo à meta do goleiro atleticano em contra-ataques. Tanto que em um deles, aos 39 minutos da 1ª etapa, o rubronegro marcou o segundo gol, com Maldonado. Os jogadores alvinegros estavam tão desconcentrados, que Correa, no último lance do 1º tempo, recebeu um passe livre de Éder Luís na marca do penalti e chutou a bola por cima do gol, sem goleiro, para desespero da Massa. Roth modificou o time no intervalo e colocou Evandro em jogo no lugar de Renan. A mudança logo surtiu efeito e Ricardinho diminuiu a diferença aos 4 minutos, incendiando a torcida no Mineirão, que até então estava calada. Mas novamente o Atlético esbarrou em seus próprios erros e deu espaço para que o Flamengo continuasse perigoso nos contra-ataques. O alvinegro exercia uma certa pressão, mas não ameaçava o goleiro Bruno. O time carioca, mais objetivo, fechou o placar aos 36 minutos da etapa final, com Adriano, em nova falha de Carini. Foi o 18º gol do Imperador no campeonato, alcançando Diego Tardelli na artilharia. O Galo acabou se distanciando um pouco da briga pelo título, ficando numa posição delicada na competição. Se está a 3 pontos do líder, São Paulo, está apenas 2 pontos à frente do seu maior rival, que está em 5º e briga por uma vaga na Libertadores do próximo ano. Agora o time do técnico Celso Roth tem uma semana para armar o time que vai a Curitiba no próximo sábado, enfrentar o Coritiba.
 Carini teve uma tarde infeliz e foi o grande vilão do jogo, falhando em 2 lances decisivos
FICHA TÉCNICA ATLÉTICO 1x3 FLAMENGO Motivo:34ª rodada do Campeonato Brasileiro Data: 08/11/09 Local: Mineirão Gols: Petkovic, aos 9min e Maldonado aos 39min do 1ºT; Ricardinho, aos 4min e Adriano, aos 36min do 2ºT Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (RS) Auxiliares: Roberto Braatz (RJ) e Autemir Haussman (RS) Público: 63.285 pagantes Renda: R$ 984.112,00
Atlético Carini; Carlos Alberto, Benítez, Werley e Thiago Feltri; Renan (Evandro), Jonílson, Correa (Serginho) e Ricardinho; Éder Luís (Rentería) e Diego Tardelli. Técnico: Celso Roths
Flamengo Bruno; Leonardo Moura, Álvaro, Ronaldo Angelim e Juan; Aírton (Toró), Maldonado, Willians e Petkovic (Fierro)); Zé Roberto (Welinton) e Adriano. Técnico: Andrade
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Postado por: Tulio Velloso às 23h56
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DUELO DE TITÃS

Um duelo de titãs! Assim pode ser encarado o jogo entre Atlético x Flamengo (segundo e quarto colocados, respectivamente), que já foi considerado o clássico de maior rivalidade do futebol brasileiro nos anos 80. A partida acontece hoje a tarde, às 16hs, no Mineirão lotado, e quem vencer continuará vivo na briga pelo título brasileiro de 2009 e praticamente garantirá uma vaga na Libertadores do próximo ano. Por isso os dois times encaram o jogo, válido pela 34ª rodada do Brasileirão, como uma verdadeira final. Um atrativo extra promete apimentar ainda mais este clássico: o duelo particular entre os goleadores Diego Tardelli e Adriano. Os dois são, respectivamente, o artilheiro e o vice da competição (com 18 e 17 gols) e vivem uma excelente fase na carreira. Há também uma outra briga particular entre ambos para garantir uma vaga na Copa do Mundo 2010 defendendo a Seleção Brasileira. Os dois têm sido presenças constante na lista do técnico Dunga. Para o Galo, que vem com moral elevado após a vitória de 3x2 domingo passado sobre o Goiás no Serra Dourada, um resultado positivo pode valer a volta à liderança do campeonato, que o time perdeu na 15ª rodada para o Palmeiras e não recuperou mais. No entanto, o alvinegro depende de derrota ou empate do time paulista, que joga no Maracanã contra o desesperado Fluminense. Na partida de hoje, o técnico Celso Roth vai contar com força máxima. Thiago Feltri, poupado nos treinamentos da semana, e Éder Luís, que levou uma pancada e saiu machucado no jogo contra o Goiás, estão garantidos. Renan permanece no meio-campo ao lado de Jonílson, na tentativa do treinador alvinegro de conter as arrancadas de Pet e Zé Roberto e também liberar Correa e Ricardinho para municiar o ataque atleticano. Desta maneira, Roth espera que o time tenha mais pegada na marcação e ao mesmo tempo mais qualidade na distribuição das jogadas ofensivas. Por esses motivos, Atlético e Flamengo têm tudo fazer mais um duelo inesquecível hoje no Mineirão. E que vença o melhor... que vença o Galo!
A HORA É AGORA. É VENCER E DAR A ARRANCADA FINAL RUMO AO TÍTULO. FORÇA GALO!  FICHA TÉCNICA
GALO Carini; Carlos Alberto, Benítez, Werley e Thiago Feltri; Renan, Jonílson, Correa e Ricardinho; Éder Luís e Diego Tardelli. Técnico: Celso Roth
Flamengo Bruno; Leonardo Moura, Álvaro, Ronaldo Angelim e Juan; Aírton, Maldonado, Willians e Petkovic; Zé Roberto e Adriano. Técnico: Andrade
Motivo: 34ª rodada do Campeonato Brasileiro Data: 08/11/2009 Local e horário: Mineirão, às 16h Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (RS) Auxiliares: Roberto Braatz (RJ) e Autemir Haussman (RS) Transmissão: PFC
Postado por: Tulio Velloso às 08h36
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PAPEL DE PAREDE CORREA
O Paixão em Preto e Branco disponibiliza para você, torcedor atleticano, mais um papel de parede. A bola da vez é Correa, volante que chegou no meio da temporada e já caiu nas graças da MASSA.

Para fazer download da montagem é simples. Basta clicar na imagem acima (você será redirecionado para o site 4shared em uma nova janela), depois clicar em "Baixar agora" ou "Download Now" (abaixo da imagem que vai aparecer na nova janela) e escolher em pasta você deseja salvar o arquivo no seu computador. Clique em "ok" e pronto. Para usar a imagem como papel de parede, clique com o botão direito do mouse em cima dela e escolha "Definir como plano de fundo da área de trabalho".
Saudações alvinegras a todos! E que esse wallpaper traga sorte ao Correa igual trouxe para o do Diego Tardelli na véspera do jogo contra o São Paulo. O artilheiro acabou sendo decisivo no Morumbi e marcando o gol da vitória alvinegra contra os paulistas.
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Postado por: Tulio Velloso às 12h19
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